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Domingo, Julho 29, 2007trabalhoRemodelei meu currículo. Ainda não sei exatamente qual direção devo tomar, mas estou começando a tatear o mercado... ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
bronquiteVoltei do Brasil super gripada e com uma tosse-de-cachorro braba que continuou até esta semana. Tinha ido ao médico (era uma substituta que não me passou antibiótico) e passei a semana toda tossindo. Voltei uma semana depois e minha huisarts me passou antibiótico. Dei uma melhorada e voltei a trabalhar, mesmo que ainda tossindo. O tratamento de 7 dias terminou na quarta a noite, quinta ainda passei bem (tossindo normal), mas sexta desatei a tossir como uma louca. Deu 3 da tarde, larguei tudo e voltei pra casa: não conseguia mais nem pensar, estava até com febre (sintoma que nunca tenho). Liguei pra médica e consegui uma consulta pra segunda-feira seguinte. Ela me passou outro antibiótico mais forte e uma bombinha pra asma. Com este último tratamento estou finamente melhor. Ainda tossi muito até anta-ontem, mas desde então praticamente não tusso. Sexta já fui dar uma voltinha de bike. Contando que eu comecei a ter dor de garganta em Salvador, dia 24 de junho (e comecei a tossir 3 dias depois), foi mais de um mês doente! Não aguentava mais! ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Sexta-feira, Julho 13, 2007de voltaEstamos de volta à Holanda. Chegamos dia 3 de junho com incríveis 6 horas de atraso!! Em suma, o aeroporto do Porto é uma maravilha! Um atendimento ótimo: ateh mesmo os novos tiquetes de embarque já estavam impressos a nossa espera quando saltamos do avião. Fomos redirecionados para Lisboa e de lá deveriamos pegar mais um avião para Amsterdam. O aeroporto de Lisboa é uma merda! Chegamos novamente atrasados do Porto e não tinha ninguém para nos indicar nada. Quando perguntei a moça da TAP que nos atendia ao entrar no ônibus para o terminal ela disse: eu não sei de nada, pela hora vocês estão muito atrasados e vão perder o avião para Amsterdam... Corremos (eramos vários) para o portão de embarque anotado do tiquete. Quando chegamos lá, adivinha: o portão tinha sido mudado e nem isso a idiota conseguiu nos informar!! Como não precisamos mais passar pela fila do controle de passaporte, conseguimos correr do portão 16 ao portão 7. E como tudo já estava ruim, este vôo também atrasou... O pior desta aventura da viagem de volta: eu perdi meu passaporte português. Dentro deste estava a minha carteira de motorista francesa. Por causa dela, carreguei o passaporte na bolsa na única vez que precisei dirigir no Rio. Na hora de embarcar, controlando tudo, dei por falta do passaporte. Reviramos as malas e o quarto da minha mãe (onde estavamos hospedados). Procuramos no carro. Foi um stress louco. Com o passaporte brasileiro consegui embarcar sem o bilhete de volta. Como estavamos com toda a papelada do casamento e o Pim do lado declarando que ele se responsabilizava por mim, a chefona lá do embarque liberou meu check-in. O medo é que: sem passagem de volta, brasileiro não pode sair do país. Portugal poderia me mandar de volta: e a companhia não queria ter que arcar com os custos, evitando meu embarque. Em Portugal ninguém perguntou nada sobre passagem de volta: com o atraso e uma fila enorme no controle de passaporte, foi vapt-vupt. Chegamos exaustos. Ainda por cima eu estava bem gripada desde domingo 24 em Salvador. Começou com uma dor de gargante e logo se transformou em sinusite e bronquite. Teve uma enorme turbulência no avião até bem tarde (até passarmos o equador): eu nunca tinha visto o serviço de bordo ser suspenso. Sacudia tanto que eles pararam de servir o jantar e as bebidas várias vezes. Junto com a tosse, eu não consegui pregar os olhos. As cadeiras eram super modernas, com televisão no encosto da frente. Mas eles conseguiram diminuir ainda mais o espaço entre as cadeiras e o Pim mal cabia sentado, que dirá deitado. As últimas 2 horas de vôo eu levantei para que ele conseguisse se esticar nas duas cadeiras. No vôo entre Lisboa e Amsterdam nós já estavamos batendo cabeça de tanto sono. A tosse continua firme e forte. Semana passada não consegui trabalhar. Fui quinta-feira dia 5 ao médico. Tinha outra médica substituindo a minha huisarts. Ela auscutou meu pulmão rapidinho e olhou a minha garganta. Como eu não tenho febre (quase nunca tenho febre) e a garganta não estava tão inflamada assim, ela não me passou nenhum antibiótico. Como eu praticamente não conseguia falar nem dormir de tanta tosse, ela me passou codeina pra diminuir a tosse (embora tenha dito que eu precisava mesmo era tossir). A tosse diminuiu, eu consegui dormir melhor (alias o remédio também dá um sono danado). Terça-feira tive um bom dia e resolvi is trabalhar quarta-feira dia 11 (mesmo que ainda tossindo um pouco). Conclusão: tossi tanto a noite toda que quinta-feira não consegui sair da cama de manhã. Voltei pro médico, uma semana depois da primeira consulta. A minha huisarts (eu não vou muito com a cara dela...) estava de volta. Tornou a auscutar meus pulmões e, desta vez, me passou antibiótico. Sempre que eu tenho bronquite por mais de uma semana, meu pediatra, Dr. Rui Rocha, me passava antibióticos. Na minha última consulta com ele eu tinha mais de 20 anos. Depois de um exame clínico completo é que ele ia perguntar sobre os sintomas. Os daqui colocam o estetoscópio umas 4 vezes e já te despacham. A tosse não está tão dramática como na semana passada, mas ainda tusso. Sem a codeína não consigo dormir direito pois acordo pra tossir. Hoje já estou me sentindo melhor de novo, embora cansada. Vou tentar corrigir uns bugs no site que estava trabalhando antes das férias. E é só. Semana que vem quero voltar a trabalhar direito: mesmo tendo ficado feliz em passar uns dias em casa pra descansar da viagem e do jet-leg, depois de pouco tempo fico entediada. Nesse meio tempo, Pim também ficou doente. Ele teve febre, passou dois dias em casa (um dos quais trabalhando) e já está bem. O nariz um pouco intupido, mas trabalhando assim mesmo. Será que é porque eu não tenho febre que demoro mais a ficar boa? Lembro do susto dos médicos quando fiquei internada com a crise nos rins, meus exames de sangue davam uma taxa de glóbulos brancos bem alta que deveriam se traduzir em febre, mas eu não estava nem um tiquinho febril. Me deixaram mais tempo em observação até que a taxa baixasse: vinha um dr vampiro 3 ou 4 vezes por dia sulgar meu sangue :-( Quanto a papelada do casamento: segunda-feira, antes de embarcar, conseguimos terminar de resolver tudo e dar entrada. São 40 dias esperando a resolução do juiz. Depois minha mãe vai poder buscar a certidão de casamento. ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Volte sempre :-)
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